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Não é a toa que essa cidade tem esse título. Já te digo isso de antemão, para enfatizar. Eu simplesmente me apaixonei por tudo o que ví aqui e recomendo, como parada obrigatória, para qualquer viagem pela Europa.

A razão disso tudo, é a variedade de atrações e de culturas que se encontram nesse lugar. A começar pela língua: a Bélgica é um país bilíngue, tendo como línguas oficiais o francês e o holandês (chamado muitas vezes de flamenco, devido a diferenças no sotaque e expressões), mas nem todas as cidades falam ambas. Bruxelas, como capital, é sim, bilíngue. Melhor ainda, trilíngue. Eu explico: na verdade, quase todos as grandes atrações também tem a língua inglesa para auxiliar os turistas. Assim, como sou apaixonado por línguas, esse lugar é um paraíso.


Também são digníssimas de nota as pessoas que você encontra aqui. Os belgas são incríveis. Eles são um pouco fechados, entretanto, acolhem bem os turistas e têm um carisma grande, depois do primeiro contato, é claro. Além de serem conhecedores extremos do mundo em que vivem e possuírem níveis culturais estratosféricos. Entretanto, quem realmente fez minha viagem incrível foram os turistas que ficaram comigo no hostel. Conheci muita gente nova, de diversas partes do mundo e todas me marcaram de algum jeito bem característico e único. Algumas histórias nessa parte. Conheci uma mexicana no aeroporto e conversei um bocado com ela no shuttle. Trocamos telefone, mas nem acabamos se falando. Bom, no quinto dia, eu encontrei ela na rua passeando com seus amigos. Fui no bar com eles e depois em uma festa de faculdade dos franceses que estavam com ela. (!) Probabilidade: tão pequena quanto se queira.

Não menos importante, são as cervejas. Lógico. Os belgas são conhecidos no mundo todo por terem as melhores cervejas. E, de fato, merecem meu respeito. Os preços são pequenos e você pode encontrar clássicos preferidos dos apreciadores do pão-líquido no mercadinho da esquina. O mercado mais mirrado possível, vai com certeza ter Chimays, Lindermanns e outras cervejas trapistas.

Bier Tempel – A variedade assusta.

Algo que farei daqui pra frente com todos os posts sobre cidades:

Dicas de viagem

  • Especificações gerais do local.
    Moeda: Euro.
    População: 1 300 000 hab.
    Línguas: Francês, Holandês e Inglês.
  • Quanto custa ir para Bruxelas?
    Relativo à minha cidade, Toulon, o custo da viagem ficou em 200 euros para as passagens (80 para o avião de ida e 120 para o trem de volta) e 160 para o hostel (6 noites). Total: 360 euros.
  • Quais as atrações que valem a pena ir?
    Clássicos da cidade são o Atomium, o Museu da História em Quadrinhos, o MiM – Museu de Instrumentos Musicais, a Cidade Velha e muitas outras.
    Quesito baladas eu fui no Madame Moustache e me recomendaram o Mr. Wong.
    Quesito bares, o Delirium Café é indispensável, o Kafka Bar é bem interessante e o Archiduc tem jazzistas incríveis o ano todo.

    Atomium

    Museu dos Instrumentos Musicais

  • Oquetempácuméhojemãe?
    As fritas não são francesas não. São belgas. Então em todo canto tem uma “friterie”. Vale a pena. Não sei porque, mas parece que elas são muito melhores na Bélgica. Outra tradição é o waffle, que também pode ser encontrado facilmente. Restaurantes legais são o “C’est Bon, C’est Belge“, com comida tradicional e o “Amadeo“, ribs infinitos!

    Ambiente aconchegante do “C’est bon, C’est belge”

  • Generalidades
    Deixe só as cervejas realmente especiais e raras para serem compradas nos Beer Shops, a maioria dos clássicos belgas pode ser encontrada nos supermercados a preços bem menores.
    O hostel Grand Palace, é no centro da cidade velha, e apesar de não ter café da manhã nem recepção, é tido como um dos melhores hostels de Bruxelas.
    Para ir do aeroporto (detalhe: ele fica quase na frança) até Bruxelas, a melhor opção é pegar o ônibus como shuttle. Há vários táxis coletivos que também são baratos, é só esperar encher.À bientôt !
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