Viajar é o que temos a fazer aqui na França. É maravilhoso conhecer novos lugares e suas tradições. Pode ser muita informação a absorver, deixando o viajante por vezes, confuso e estonteado. Entretanto, após o processo todo, o ganho é grande, mesmo que a confusão custe a passar.

A jornada foi quarta passada, quando não tive aula. Para começar, fomos para uma cidade chamada Roussillon, à 100 km de Marseille. Imagem

O que há em Roussillon? Ocres. Um tipo de terra colorida, usada para tingir coisas e fazer tintas. Há um tour a ser feito lá, nele, você percorre um parque do qual os ocres são extraídos. É bem bonito, e a variedade de cores impressiona.

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Também fizemos piquenique em um banquinho, com direito a sanduíches, queijos e tudo mais. Estava muito bom. É a melhor opção, dado o baixo custo.

Boas razões para visitar Roussillon:

  • Lindas vistas, de tirar o fôlego mesmo;
  • Sorvetes maravilhosos;
  • Lojinhas para Souvenirs;
  • Conhecer a origem dos Ocres;

Depois da visita, fomos para Pont du Gard. É o aqueduto mais bem-conservado do mundo, dizem os franceses. É realmente lindo, tem algo de especial nele. Dá pra nadar no rio embaixo da obra arquitetônica. Havia uma noiva tirando fotos de casamento com seu futuro marido lá. Acho justo.

Quase esqueci, antes disso, fomos para Nîmes, mas eu e o Damien estávamos desmaiados na parte de trás do carro, então, só Jérôme e Alex passearam por lá. Depois de Pont du Gard: Avignon, sua linda. É, definitivamente, a cidade mais bonita que passei até agora. Os prédios são simpáticos, os museus são simpáticos, céus, até os caixas são simpáticos. E o melhor: tudo se faz a pé. Paramos o carro no centro, e visitamos tudo, inclusive a Ponte de avignon, famosa pela canção que se canta às crianças.Gostei tanto que repeti o passeio no Sábado. E, de novo, foi muito muito bacana. Voltarei mais vezes com certeza.

À Bientôt.

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